Comecei a aprender bateria quando tinha uns 15 anos. Curtia coisas do tipo de Metallica, Iron, Pantera etc. Fui morar num apê na argentina e acabei trocando uma Mapex pedal duplo por uma eletrônica, que tenho até hoje.
Conheci a música eletrônica e Raves na faculdade. Comecei a tocar em casa com meu irmão mixando e eu disparando sons com efeitos em cima das músicas. Logo quis aprender também a mixar em vinil.
Em 2005 surgiu a idéia de criar a banda Terra Patris.
Projeto de música acústica/digital, onde tocava bateria, percussão e fazia produção MIDI (2005 – 2009). A Banda se apresentou em festivais como Universo Paralello – BA – (29/12/2006 – Palco Alternativo) tocamos antes do Ventania!
Nesta época eu tocava Psy-Trance em pequenas festas e cheguei a tocar na Kraft, uma balada conceituada em Campinas, SP.
Me distanciei de toda a cena de música eletrônica ao vir morar em BG. Mas alguns anos depois toquei em uma festa de última hora para cobrir um DJ que iria faltar. Montei um set de Tech House e senti aquela sensação que só dj consegue entender; quando a virada “da certo”. Essa sensação de alegria, de querer continuar sem se preocupar com tempo, com o “trabalho” me fez voltar a tocar em algumas festas noturnas. Acredita que os CDJs 100s ainda continuavam funcionando? Durou até 2015 ?
em 2017, já tinha um set mais tranquilo para tocar na praia. Recebi um convite para tocar regularmente durantes finais de tarde no Kite Lounge, em Barra Grande – PI.
Atualizei os equipamentos e passei minha 1ª temporada tocando pelo menos 4 horas por apresentação.
A cada vez que tocava tinha certeza que me divertia mesmo se tocasse para ninguém, e que gostaria de voltar a tocar para um público que realmente curte música eletrônica.
Nesse tempo que estive em BG também tentei voltar a tocar bateria, e desisti. Resolvi continuar tocando apenas Cajon. Tenho tocado ocasionalmente “música de praia” acompanhando músicos em alguns bares e restaurantes da vila.
